Desabafo #1: Como ser um babaca

Neste domingo (06) fomos para Porto Mendes: eu e minha mulher com um casal de amigos e os três filhos deles. O dia estava muito bom, fomos torrar uma carne as margens do Lago de Itaipu, jogar conversa fora, e ouvir “o tal do Dejavú“.

O termo é uma expressão da língua francesa que significa, literalmente, já visto.

O último ítem foi indesejado, porém, os bobos locais – entenda por bobo, aquele cara que pensa que todo mundo deve ouvir o que o som do carro dele toca – tocavam a mesma música interminantemente, fazendo valer o nome da banda – pois eu tinha certeza que já tinha ouvido, e tinha mesmo. Uma mistura de Kalypso, Sidney Magal e rumbia argentina. Quando parava de tocar em um carro, começava no outro, ou tocavam quase tudo junto.

Apesar de ser latente a preferência em todos os carros, o repertório não limitava-se ao “Dejavú”, indo de é o tchan, passando por “tuntz, tuntz” de vários estilos e linguas diferentes e chegando até a uma espécie de MIX da extinta eguinha pocotó no funk.

Analisando a atitude dos (i)responsáveis pela baderna, cheguei a um manual de como ser um babaca que você não deve seguir, e caso já tenha feito ainda há tempo de se redimir:

1. Seja corinthiano ou flamenguista (este ítem isolado não caracteriza um babaca);
2. Gaste até o último centavo equipando seu carro – ele não precisa necessariamente andar – com um som que possa ser comparado ao de outros babacas: GRANDE;
3. Se sobrar alguma coisa compre um espeto, meio quilo de carne e 400 cervejas;
4. Encontre um lugar onde várias pessoas vão para descansar e consecutivamente exista uma grande concentração de babacas que gostam de se mostrar;
5. Pare o carro em um local estratégico onde muita gente possa te ver, ligue o som no último volume, abra o porta malas, tome a cerveja enquanto tenta dançar como um palhaço agarrado em alguma pirigueti que você certamente encontrará no local.

Pronto, no próximo capítulo vou ensinar o que deve ser feito para quebrar a cara na estrada ao voltar para casa bêbado.

Supercomentado.

Rannov VS Fumagali

O primeiro round terminou técnicamente empatado. Dois nomes de peso da câmara municipal de MCR, batalham por um motivo que aparentemente é muito mais importante que os interesses do cidadão rondonense: Panfletos apócrifos com acusações direcionadas ao presidente da câmara.

Nesta mesma “escola” estudaram os autores de “Atos Secretos” e “Mensalão”.

Seria falta do que fazer na câmara?

Hipercomentado!

Expo Rondon 2009

Chega o mês de julho, e para comemorar o 49º aniversário da cidade acontece em Marechal Cândido Rondon a Expo Rondon 2009, o evento dura oficialmente 4 dias (de 23 a 26), mas conta com diversas atrações que antecedem a festa.

Somado a outras atrações, o prato típico da festa “Boi no Rolete”, atrai pessoas de diversas partes do Paraná e estados vizinhos. Toda programação da festa pode ser encontrada no site oficial e a cobertura completa no www.festadomunicipio.com.br.

História da cidade e nome

O município foi criado pela Lei Estadual 4.245 de 25 de julho de 1960, completando, portanto, 49 anos em 2009. Os pioneiros vieram principalmente dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, adquirindo áreas de mata nativa para início da colonização.

O nome da cidade diz respeito ao militar Cândido Mariano da Silva Rondon, que apoiava os indígenas e a política de Getúlio Vargas, criou o SPI (Serviço de Proteção ao Índio) e desbravou o interior do Brasil.