Enquanto isso na pizzaria: Atos secretos, aceita um pedaço?

Sentindo cheiro de pizza? É eu também.

Os atos secretos do senado – assim como mensalão e outros já citados – estão bombando, já apareceu “mutreta” do ACM, Sarney, o Lula já abanou, o forno tá esquentando e outra vez estão cansando a opinião pública. Já é quase insuportável a indignação e repúdio à corja de ladrões políticos que se alimenta de pizza a cada “fim de escândalo” e dos cofres públicos brasileiros às suas e minhas custas.

Podemos participar do rodízio e esperar o próximo sabor (que certamente não vai demorar pra aparecer) ou expulsar os clientes, afinal, fomos nós que os convidamos para governar nossas opiniões.

Camiseta preta na raquel malhas: R$ 12,00. CD do Caetano com música dos tempos das DIRETAS JÁ e história política do Brasil: R$ 15 zão. Ver os mequetréfis do senado sendo chutados pelo povo que teve atitude e foi protestar: NÃO TEM PREÇO.

Alegria, Alegria

Supercomentado!

Enquanto isso no palácio da Justiça…

Qual foi a última vez que você ligou a tv para ver o JN e ouviu uma boa notícia sobre o senado, congresso ou qualquer outro setor da “corja governista”? É… eu também nunca ouvi.

Verdade que a mídia p/ massas (isso parece nome de molho de pizza, e pizza tem a ver com este assunto) gosta de uma crítica bem sem vergonha, mas os homens da lei, nossos representantes no governo, aqueles que são exemplo de cidadania e ética não votam mais leis em benefício do povo pelo menos, os quatro anos no país das maravilhas são dedicados ao “search and destroy” dos inimigos políticos, que por sua vez, dão motivos suficiente para que os coleguinhas de trabalho e inimigos políticos tenham com o que se preocupar.

O show da política brasileira é escrito baseando-se em escândalos do governo: primeiramente escolhem um tema. Depois encontram um protagonista – atualmente Sarney vem atuando brilhantemente neste papel. Alguns coadjuvantes oposicionistas que vão a fundo nas investigações – quando não estão inclusos na maracutaia. Um diretor que exporadicamente grita no megafone e vai mudando o rumo do espetáculo – nosso glorioso “molusco”.

Espere… tem alguém sobrando no palco, alguém que devia estar na platéia, é ele mesmo… O palhaço. Este tem cargo garantido a vida toda. Desde o início da história política ele está lá, firme e participativo. Não é nada entre as estrelas do show, mas se acha o protagonista.

Afinal, como dizia Charles Chaplin:

Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político.

Está na hora de sair do picadeiro, voltar a platéia e exigir o ingresso de volta… ou aguardar e participar do próximo espetáculo.

Supercomentado!

Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político.
Charles Chaplin