Dilma contra ou a favor do aborto?

A candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, ficou reunida por cerca de duas horas e meia com 27 representantes de denominações de igrejas evangélicas e lideranças da Igreja Católica nesta quarta-feira(29/09).

O objetivo da coordenação da campanha de Dilma era combater boatos na internet ofensivos à fé cristã e supostamente atribuídos à candidata. Ela se declarou católica, defendeu os valores da vida e disse que pessoalmente era contra o aborto.

Dilma também se posicionou contra um plebiscito para decidir o assunto, no que foi aplaudida.

Isso aí acima, foi o que aconteceu na reunião. Mas não foi bem isto que ela deu a entender na entrevista que gerou a polêmica .

Não ouvi nenhuma vez ela dizer na entrevista: “Sou contra o aborto”, e não acredito que seja possível ter uma opinião pessoal sobre um assunto, e encabeçar o governo de um país cujo partido apóia outra.

É domingo! Está em suas mãos eleitor.

E aí vai um bônus sobre meio ambiente:


Durante o encontro promovido pela ONU para debater as “mudanças climáticas”, realizado em Compenhague, a ministra Dilma Roussef identificou o que, na visão dela, ameaça o desenvolvimento sustentável.

E sobre os outros cargos… não reeleja ninguém.

Política não é profissão.

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E agora José, Dilma e Marina..?

Em tempos de andar sem lenço e nem documento, uma revolta toma conta dos brasileiros junto ao desejo de mudança. Este texto do meu colega Beto Schumann (Vitrola) me deixou um pouco mais revoltado com a falta de poder do povo que teóricamente escolhe aqueles que vão tomar conta dos três poderes.

Ao encontrar o seu candidato antes das eleições, se possível, tenha um diálogo aberto com ele. Como este que segue:

Você: Olá meu [literalmente] caro político [seja qual for o cargo]! Tudo bem?

Ele: [te dá um tapinha nas costas] Tudo bem, e com você?

Você: Olha, não dá pra dizer que tá tudo bem, mas a gente vai lutando.

Ele: É por isso que eu amo o povo brasileiro, um povo guerreiro!

Você: Falando em guerreiro, eu tenho travado uma guerra dentro de mim, por um lado penso que se a gente votar nas pessoas certas, as coisas vão mudar e eu vou poder dizer que está tudo bem. Por outro lado, eu tenho a impressão de que isso nunca vai mudar se depender apenas de “voto certo” e fico tentando encontrar uma solução para o problema.

Ele: Mas de que problema você está falando?

Você: Bom, acompanhe meu raciocínio… O salário de um senador é de R$16 mil, têm muitas pessoas que levam um ano ou mais, pra receber isso. Um salário de R$6 mil já seria ótimo! Mas não é só isso que ele recebe, recebe também R$15 mil de verba indenizatória, sendo que com bem menos que isso já seria possível cobrir suas despesas, jogando alto, uns R$8 mil seriam suficientes. Além disso, ele recebe [não é uma piada] auxílio moradia, de R$3,5 mil. Eu pago 1 salário mínimo de aluguel, e considero que minha casa tem ótimas condições de moradia, aí eu fico pensando em uma casa que custa R$3,5 mil de aluguel. Será que é necessário? Com R$1,5 mil já daria pra alugar uma casa bem confortável! E não para por aí, o senador eleito tem direito a um carro [não só para uso em trabalho] e a 25 litros de combustível por dia. Eu me controlo pra não gastar mais de R$5,00 por dia, e entendo que um senador deve usar o carro, muito mais do que eu, mas supondo que o carro do senador faça 8km por litro, ele vai poder rodar, por dia, 200km. Na minha modesta opinião, 15 litros seriam suficientes.

Ele: Mas você precisa entender que esses senadores têm trabalhado arduamente pelo bem do povo, pelo meu e pelo seu bem. Sempre lutando pelas causas dos mais necessitados.

Você: Pois é, pena que isso é tão difícil de perceber. Mas quero continuar com o raciocínio… Eu falava dos custos, para o povo, de manter um senador, agora quero falar dos deputados federais. Vou resumir as coisas

Salário: R$12,8 mil [convenhamos que R$6 mil é um ótimo salário! Verba indenizatória: R$15 mil [R$8 mil resolveria o problema] Auxílio moradia: R$3 mil [R$1,5 mil é ótimo] Verba de gabinete: R$50 mil [R$30 mil já seria exorbitante] Telefone e postagens: R$4 mil [pra gastar isso, tem que ficar muito tempo no telefone, R$2 mil estaria de ótimo tamanho!] Cota para cobrir passagens aéreas, de R$6 mil a R$16 mil [tá, deixe que voem].

Ele: Mas esses deputados estão constantemente trabalhando pelo povo!

Você: Eu imagino, se precisam falar tanto ao telefone, e andar tanto de carro, e de avião, fico pensando… Sobra tempo pra que eles trabalhem no gabinete deles?

Ele: Pois é, eles trabalham muito, e enquanto não estão no gabinete, têm pessoas que trabalham por eles, também.

Você: Funcionários fantas… aliás, de confiança deles, certo?

Ele: Isso mesmo!

Você: Bom, além dos federais, existem também os deputados estaduais, que são bem mais numerosos que os federais. O salário deles é, em média, de R$16 mil [R$6 mil seria excelente] Verba de gabinete: R$27 mil [R$10 mil é de bom tamanho] Contratação de acessores: R$30 mil [pra contratar 5 acessores? R$20 mil tá ótimo!] Aluguel de veículos: R$7,5 mil [com um salário desses? Que financie um carro, como a maioria dos brasileiros faz!]. Meu caro [tanto faz] político, andei fazendo contas e percebí que a coisa está fora do eixo. Se eu somar os valores que penso que estão sobrando nos ganhos desses políticos, a situação seria essa:
Sobra por senador: R$19.026,00
Sobra por dep. fed.: R$37.300,00
Sobra por dep. est.: R$37.000,00

Considerando que temos 81 senadores no país, sobrariam R$1.541.106,00 por MÊS!
O número de deputados federais é de 513, sobrariam R$19.134.900,00 por MÊS!
São 1.051 deputados estaduais espalhados por aí, sobrariam R$38.887.000,00 por MÊS!
Somando os valores dos três, chegamos a uma quantia de R$59.563.006,00 por MÊS!

Agora eu vou somar os políticos citados e dividir esse resultado entre eles, sem distinção de cargo ou função, pra ver quanto cada um receberia por mês. R$59.563.006,00/1.645 = R$36.208,50 E esses valores são apenas o que eu julguei que estava sobrando!

Em vista desses números, quero lhe fazer duas perguntas:

Primeira: O senhor acha justo, em um país onde existem pessoas que morrem nas portas dos hospitais, porque não têm dinheiro para pagar um plano de saúde decente. Num país onde crianças enveredam pelo mundo das drogas e da criminalidade porque não tem uma educação de qualidade. Num país onde a segurança pública chega a ser motivo de piada. Onde as estradas que deveriam ser conservadas, com o dinheiro do povo, estão em condições tão precárias que chegam a contribuir para o aumento do número de acidentes. Onde os idosos sofrem esperando o dinheiro da aposentadoria, que mal chega para comprar os remédios que eles precisam. O senhor acha justo que um político, que deveria trabalhar para que essas coisas não acontecessem, receba tanto assim?! Responda de coração, o senhor acha justo?
Segunda: O que o senhor pode fazer, efetivamente, para que isso mude? Se o senhor puder apresentar uma solução [e não uma explicação] convincente, ainda antes das eleições, meu voto é seu!

Ele: Você não tá precisando de uma dentadura, um pacote de farinha, uma cesta básica…?

Essa é a minha sugestão de perguntas pra se fazer a um político que venha com aquele jeito meloso e nojento, como se realmente se importasse com você, pedindo o seu voto, pra mudar a história da sua cidade, seu estado ou seu país. Chega de tratá-los como os queridinhos, eles não são.

Beto Schumann.

Supercomentado.

Direitos Humanos: Declaração Universal

Composta por 30 artigos inspiradores A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adotada pela ONU em 10 de dezembro de 1948 (A/RES/217). Esboçada principalmente por John Peters Humphrey, do Canadá, mas também com a ajuda de várias pessoas de todo o mundo.

Acredito que no BR não é cumprida nem metade dos artigos nela definidos (para o povo como um todo). É sempre bom lembrar seus direitos e deveres. É tudo muito lindo e quase tudo utópico se imaginarmos um “valor” igual para todos os seres humanos.

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948

Preâmbulo

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo,

Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum,

Considerando essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo Estado de Direito, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra tirania e a opressão,

Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla,

Considerando que os Estados-Membros se comprometeram a desenvolver, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos humanos e liberdades fundamentais e a observância desses direitos e liberdades,

Considerando que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mis alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso,

A Assembléia Geral proclama

A presente Declaração Universal dos Diretos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.

Artigo I

Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.

Artigo II

Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.

Artigo III

Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo IV

Ninguém será mantido em escravidão ou servidão, a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas.

Artigo V

Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.

Artigo VI

Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei.

Artigo VII

Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

Artigo VIII

Toda pessoa tem direito a receber dos tributos nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.

Artigo IX

Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.

Artigo X

Toda pessoa tem direito, em plena igualdade, a uma audiência justa e pública por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir de seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele.

Artigo XI

1. Toda pessoa acusada de um ato delituoso tem o direito de ser presumida inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa.

2. Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituíam delito perante o direito nacional ou internacional. Tampouco será imposta pena mais forte do que aquela que, no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso.

Artigo XII

Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.

Artigo XIII

1. Toda pessoa tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado.

2. Toda pessoa tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar.

Artigo XIV

1.Toda pessoa, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países.

2. Este direito não pode ser invocado em caso de perseguição legitimamente motivada por crimes de direito comum ou por atos contrários aos propósitos e princípios das Nações Unidas.

Artigo XV

1. Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade.

2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua nacionalidade, nem do direito de mudar de nacionalidade.

Artigo XVI

1. Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer retrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução.

2. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes.

Artigo XVII

1. Toda pessoa tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros.

2.Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade.

Artigo XVIII

Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.

Artigo XIX

Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.

Artigo XX

1. Toda pessoa tem direito à liberdade de reunião e associação pacíficas.

2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.

Artigo XXI

1. Toda pessoa tem o direito de tomar parte no governo de sue país, diretamente ou por intermédio de representantes livremente escolhidos.

2. Toda pessoa tem igual direito de acesso ao serviço público do seu país.

3. A vontade do povo será a base da autoridade do governo; esta vontade será expressa em eleições periódicas e legítimas, por sufrágio universal, por voto secreto ou processo equivalente que assegure a liberdade de voto.

Artigo XXII

Toda pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social e à realização, pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento da sua personalidade.

Artigo XXIII

1.Toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.

2. Toda pessoa, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho.

3. Toda pessoa que trabalhe tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.

4. Toda pessoa tem direito a organizar sindicatos e neles ingressar para proteção de seus interesses.

Artigo XXIV

Toda pessoa tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e férias periódicas remuneradas.

Artigo XXV

1. Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.

2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozarão da mesma proteção social.

Artigo XXVI

1. Toda pessoa tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.

2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.

3. Os pais têm prioridade de direito n escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos.

Artigo XXVII

1. Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do processo científico e de seus benefícios.

2. Toda pessoa tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor.

Artigo XVIII

Toda pessoa tem direito a uma ordem social e internacional em que os direitos e liberdades estabelecidos na presente Declaração possam ser plenamente realizados.

Artigo XXIV

1. Toda pessoa tem deveres para com a comunidade, em que o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível.

2. No exercício de seus direitos e liberdades, toda pessoa estará sujeita apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito dos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer às justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar de uma sociedade democrática.

3. Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos propósitos e princípios das Nações Unidas.

Artigo XXX

Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada como o reconhecimento a qualquer Estado, grupo ou pessoa, do direito de exercer qualquer atividade ou praticar qualquer ato destinado à destruição de quaisquer dos direitos e liberdades aqui estabelecidos.

E se Bagdá não fosse o berço do terrorismo?

Hoje infelizmente o mundo viu mais uma vez a estupidez humana matar em nome de Alá. O curioso é que quando isso acontece lá pros lados da Arábia, para os ocidentais é normal, e até a mídia daqui já se acostumou a informar o número de mortos aos montes nos ataques terroristas, como acontece com os ganhadores da quina.

Mas se um “mensageiro do terror” explode um traque na inglaterra e mata uma rolinha (não menosprezando os pombos), os jornais, tv, web, etc, relatam durante uma semana a história da vida do pomba, lamentam pela vida do pobre ovíparo, o vídeo vira febre no Youtube e na sexta feira ainda rola um especial sobre a vida dele no Globo Repórter.

Esse trailer ao lado é do filme “O Reino”, e fala sobre uma “vila americana (o reino)” dentro da Arábia Saudita criada – em um futuro próximo – após um acordo entre os Árabes e EUA para produção de petróleo e algo a mais de pano de fundo. Nessa vila acontece um ataque terrorista (lembre-se que estão pra lá de Bagdá), e vários americanos morrem… começa a guerra.

Será que quem nasce próximo a faixa de Gaza, Cisjordânia, Israel, Bagdá e outros “geonomes” famosos por sua história “bombástica” está fadado a morrer por meio de atentados terror-político-religiosos? De que adianta me preocupar se o quebra-pau é la na casa do Califa mesmo, certo?

Me resta apenas lamentar: Nossa! 95 desta vez?!

Supercomentado!

Enquanto isso na pizzaria: Atos secretos, aceita um pedaço?

Sentindo cheiro de pizza? É eu também.

Os atos secretos do senado – assim como mensalão e outros já citados – estão bombando, já apareceu “mutreta” do ACM, Sarney, o Lula já abanou, o forno tá esquentando e outra vez estão cansando a opinião pública. Já é quase insuportável a indignação e repúdio à corja de ladrões políticos que se alimenta de pizza a cada “fim de escândalo” e dos cofres públicos brasileiros às suas e minhas custas.

Podemos participar do rodízio e esperar o próximo sabor (que certamente não vai demorar pra aparecer) ou expulsar os clientes, afinal, fomos nós que os convidamos para governar nossas opiniões.

Camiseta preta na raquel malhas: R$ 12,00. CD do Caetano com música dos tempos das DIRETAS JÁ e história política do Brasil: R$ 15 zão. Ver os mequetréfis do senado sendo chutados pelo povo que teve atitude e foi protestar: NÃO TEM PREÇO.

Alegria, Alegria

Supercomentado!