E se Bagdá não fosse o berço do terrorismo?

Hoje infelizmente o mundo viu mais uma vez a estupidez humana matar em nome de Alá. O curioso é que quando isso acontece lá pros lados da Arábia, para os ocidentais é normal, e até a mídia daqui já se acostumou a informar o número de mortos aos montes nos ataques terroristas, como acontece com os ganhadores da quina.

Mas se um “mensageiro do terror” explode um traque na inglaterra e mata uma rolinha (não menosprezando os pombos), os jornais, tv, web, etc, relatam durante uma semana a história da vida do pomba, lamentam pela vida do pobre ovíparo, o vídeo vira febre no Youtube e na sexta feira ainda rola um especial sobre a vida dele no Globo Repórter.

Esse trailer ao lado é do filme “O Reino”, e fala sobre uma “vila americana (o reino)” dentro da Arábia Saudita criada – em um futuro próximo – após um acordo entre os Árabes e EUA para produção de petróleo e algo a mais de pano de fundo. Nessa vila acontece um ataque terrorista (lembre-se que estão pra lá de Bagdá), e vários americanos morrem… começa a guerra.

Será que quem nasce próximo a faixa de Gaza, Cisjordânia, Israel, Bagdá e outros “geonomes” famosos por sua história “bombástica” está fadado a morrer por meio de atentados terror-político-religiosos? De que adianta me preocupar se o quebra-pau é la na casa do Califa mesmo, certo?

Me resta apenas lamentar: Nossa! 95 desta vez?!

Supercomentado!

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